26 November 2012

Jet Lag


Não vou fingir que não estou nervosa com a nossa partida iminente para os antípodas. Sei que não vale a pena sofrer por antecipação, etc. etc., mas quando a perspectiva é passarmos 24 horas enfiados num avião com um bebé de 9 meses e depois irmos viver para um motel (sim, como nos filmes!) durante 2 meses (ou até encontrarmos casa), não há como não estar ansiosa. Mas o que mais me preocupa é o jet lag do Rodrigo. Há já uns meses que ele dorme a noite toda e isso é essencial à nossa sanidade mental e ao bem-estar dele. Sim, os bebés são muito adaptáveis, mas o que eu gostava mesmo de saber é se já alguém passou por isto e se tem conselhos para nos dar. Lá são menos 11 horas do que cá, ou seja, a noite é dia e o dia é noite. Haverá alguns truques ou teremos de aguentar 10-15 dias até a coisa ir ao lugar? Obrigada!

I'm not going to pretend that I'm not nervous about our upcoming relocation to the Antipodes. I know  one shouldn't suffer in advance, etc. etc., but when the scenario is 24 hours stuck inside a plane with a 9-month-old baby and then 2 months living in a motel (that's right, just like the movies), there's no way around anxiety. But the thing that worries me the most is Rodrigo's jet lag. He's been sleeping through the night for some months now and that's crucial for our mental health and for his own well-being. Yes, I know, babies are very adaptable, but what I'd really like to know is if any of you have gone through the same and have got some advice to give us. The time difference is of 11 hours, i.e., when it's night over here it's day over there and vice-versa. Are there some tricks we can implement or do we have to put up with it for 10-15 days until things settle down? Thank you!

(photo: Tiago Cabral)

36 comments:

andrea said...

não quero parecer um clichê mas o certo é que realmente "logo se vê". não há truques porque cada um reage de maneira diferente. os meus voavam muito de avião nos primeiros 2 anos de vida e longos voos... não havia quase diferença horária mas o certo é que o cansaço chegava a todos.se ficarem num motel o mais certo é nenhum dos três conseguir gerir bem muita coisa a o jet lag do R. será só mais um pormenor. tenho a certeza que se é um bebé "maleável" ;) então vai correr tudo bem! e depois está convosco e de todas as mudanças o certo é que estará com quem conhece e irá tudo ao lugar num abrir e fechar de olhos! BOA SORTE!!!!

Luisa Alexandra said...

Espero que corra tudo bem, boa sorte e boa adaptação :)

Só sedas said...

Percebo perfeitamente essa ansiedade sobre os sonos do Rodrigo mas infelizmente não tenho nenhuma dica... Espero que tudo corra bem e que encontrem casa depressa!

maria nogueira said...

http://www.ehow.com/how_6021168_adjust-baby-jet-lag.html

se calhar já leste... mas espero que ajude. beijinhos!

Anonymous said...

primeiros dias com muuuuita calma
refeições a horas certas. jantar comida de jantar... durante a noite leite ou água de acordo com a rotina que já tinham.
de dia, sair, brincar apanhar sol...
boa primavera...

Paula Castro said...

Olá Constança, Eu já fui à Austrália e tenho uma irmã a viver lá, por isso tenho alguma (pouca) experiência sobre estas viagens.
Na minha opinião, as crianças adaptam-se muito melhor do que os adultos ao jet leg. O meu conselho é que se for possível, comecem a alterar os hábitos de sono ainda antes de partirem, para depois custar menos.
Em princípio, ao fim de uns dias (menos de uma semana) e algum esforço, já estarão perfeitamente adaptados ao novo fuso horário. Claro que também é importante tentar entrar o mais rápido possível na nova hora.
Boa sorte, boa viagem, paciência (pois a viagem demora!!!!!) e que tudo corra pelo melhor :)

Jen L. said...

When my family traveled from the US to Europe (time difference - 6 hrs), my 4 month old kept the same sleep pattern, just offset by about 4 hrs. So when we first got there, he slept from 1am (instead of 9pm) for the usual time span. Then it gradually adjusted to match the timezone we were in over about 10-12 days. It wasn't painful -- just slept in and didn't hasten it or try to force it. (It was worse going from east to west.)

Vanda Caldeira said...

Eu, o meu marido e o meu filho, partimos para os EUA no exato dia em que o último fazia 11 meses. Fomos para Austin, no Texas, onde a diferença horária era de 6 horas e o tempo de viagem, incluindo escalas, ia para cima de 18 horas.
Stressei imenso com a ideia de jet ag e achei que a ser um descalabro para todos, pela possível dificuldade de adaptação por parte do bebé.
A verdade ( e concluí isso depois de muitas viagens) é que o tempo em viagem e a dificuldade em ajustar os sonos é diretamente proporcional à idade deles. Por exemplo, nessa primeira longa viagem, o David dormiu desde que o avião descolou do aeroporto de Lisboa até cerca de uma hora antes de aterrar em Newark. Depois de algumas horas de escala, voltou a adormecer no vôo seguinte durante mais 4 horas. Quando fizemos a mesma viagem um ano depois, as coisas mudaram: estava muito mais desperto, atento e curioso ao que se passava à sua volta. Não foi fácil e as vezes seguintes ainda menos. A última vez que fez uma vagem assim longa foi há cerca de 1 ano, na véspera de completar 3 anos. Pior ainda... Um vôo inteiro de 8 horas sem pregar olho. Muito mau!
Quanto ao retomar da rotina, lembro-me que em menos de uma semana, as coisas voltaram ao seu rumo, naturalmente.
É importante fazer os horários normais do novo sítio onde se está. Fazer uma rotina normal, por mais que çuste inicialmente. Entrar no novo fuso horário será mais fácil e mais rápido, quanto mais depressa se adotar essa nova rotina.
Vai correr tudo bem! Coragem e nada de sofrer por antecipação! ;-)

Vanda Caldeira said...

Ahh, só mais uma dica: à medida que o Rodrigo vai crescendo, quando for preciso fazer uma viagem longa, é importante levar qualquer coisa nova para o distrair, um brinquedo, um jogo, uns livros de atividades e só lhos mostrar quando já tiverem no ar e a atenção dele se começar a dispersar.

papoila said...

Constança, Como eu compreendo a ansiedade, até eu estou ansiosa com a tua viagem :)
Vai ser tudo tão diferente....não tenho experiência para contar só posso desejar uma optima viagem e que corra tudo muito bem.
Fico atenta às grandes novidades que nos irás contar.
O Rodrigo vai adorar a nova vida cheia de sol e calor :)

Paula F M said...

Já tem as viagens compradas? Lembro-me da minha tia e primos que viviam na Austrália e, quando os meus primos ainda eram pequeninos a minha tia fazia as viagens a seguir o sol. Quando vinha de lá ia pela Ásia, Londres e Lisboa. Quando ia passava uns dias nos Estados Unidos e seguia depois para a Austrália. Nem sempre é possível fazer esta rota mas ajuda muito, principalmente com crianças pequenas. Boa viagem. :)

angela* said...

Acompanho o teu blog há vários anos e é com muita excitação que vejo a vossa mudança, pois o meu sonho é ir morar para a Nova Zelândia e possivelmente, poderá ser um projecto viável a médio prazo. Moro em Malta... já não falta tudo! :)
Não te posso aconselhar sobre a questão do Jet Lag, mas gostaria deixar uma palavra de coragem, irá correr tudo bem, a Nova Zelândia é um país lindo, com um vibe muito bom, além que é o país com melhor qualidade de vida do mundo, ideal para o crescimento e educação das crianças. Desejo que a vossa família seja muito feliz por lá :)

Lauri - Insensata! said...

hi, Costança!
I'm argentinian, and I work as a flight hostess, so I know something about jetlag... I do Buenos Aires - Auckland (NZ) and that is 16 hour difference, adaptation is hard, takes a few days... I found that the comeback is even worse, but been exposed to direct sunlight was the most helpful thing to me. Sunlight helps to recover your body "internal clock"

isa said...

O segredo é mesmo estar tranquila!As crianças são mais sensíveis à ansiedade dos pais do que à diferença horária e por isso,Concha, respire fundo e viva muito serenamente estes momentos únicos da sua vida. E quando lá chegar, como já alguém disse em cima, é brincar ao ar livre, apanhar sol, manter a rotina das refeições e vai ver que o Rodrigo vai ser o primeiro a adaptar-se. Mas a sua serenidade vai ser fundamental. Desejo-vos muitas felicidades e que em breve se esteja a rir destes momentos de ansiedade. Até breve

Rosa Maria said...

Constança, relaxe! A diferença parece grande, mas o fato do Rodrigo ser um bebê ajuda muitíssimo! São os melhores companheiros de viagem! Ele dormirá boa parte da viagem e vocês tentem fazer o mesmo. Ao chegarem, tente estabelecer uma rotina conforme os horários locais (na medida do possível, claro! Se isso for gerar mais estresse, melhor não.) logo no primeiro dia. Muito passeio ao sol e muita água resolverá o resto (isso vale para os pais também). A melhor dica, e algo indispensável ao se viajar com bebês, é ter certeza de que, durante as decolagens e aterrisagens, ele esteja bebendo algo. Isso é muito importante! Um bebê insone é difícil, mas um bebê sofrendo com dores de ouvido num avião é de cortar o coração e enlouquecer a todos. Venham em paz que o sol está brilhando divinamente aqui nas Antípodas!

Geraldine Kiser said...

Constança, I cannot read Portuguese so this may all be there in the comments already! I am a military wife and have moved many times. The farthest distance was from the east coast of the US to the island of Guam. One problem with babies and flying is that they have a hard time with the pressure changes. Try to be sure Rodrigo is sucking on something when the plane is going up or coming down. Flight attendants know about babies! Ask for help if you need it!! Your sleep patterns will be just as confused so you can acclimate together. As to hotel life....you will get spoiled with others cleaning for you. It will be a nice break for a bit and it is like Christmas when all your household goods arrive. ENJOY your new home!

Jennifer said...

I am from Australia and I actually find that flying to Aus from England (so it is pretty much the same for NZ) you will find that you should arrive in the morning. Try to keep busy and stay awake for the day and go to bed at your normal time. I have never travelled with a baby, so i can't help there. Welcome to the Southern hemisphere. You will love it

Nina said...

Acho que por hora, o mais importante a pensar, Concha, é nesse bocado de horas de voo. É mt tempo pra adultos, imagina um bebezinho. Prepare-se mt bem, inclusive, pscicologicamente pra o que vc possa ter que enfrentar. E leve consigo tudo o que imaginar que vai ajudá-lo, de brinquedinhos "novos" pra entretê-lo, a livrinhos, comidinhas, biscoitinhos, sucos, tudo, segunda e talvez terceira peca de roupa, algo contra a dor de ouvido (se vc achar que ele precisa)e até contra vômitos (pergunte ao pediatra), enfim tudo mesmo. Sobre a adaptacao dele qd chegar lá, acho que vc nao terá mts problemas, já viajei mts horas com meus filhos pequenos, e eles nunca apresentaram problema. A penúltima vez fiz 11 horas de voo com meu filhinho de 1 ano ao Brasil (tudo bem, as horas de diferenca nao sao tantas como pra onde vcs vao, com minha cidade natal temos 6 horas de diferenca de onde moro atualmente) mas ele ficou mt bem! Nao mudou em nada. O único problema foi mesmo no aviao, ele dormiu apenas 1 hora no total de horas de voo e queria engatinhar pelo aviao o tempo todo :-(
Ele foi na verdade, a sensacao do voo, rsrs.

Sorte e tudo de bom na nova vida!

Virgínia said...

Constança, não te sei ajudar. O que eu gostava de saber é como consegues que o Rodrigo durma a noite toda! A Maria (faz hoje um aninho) ainda acorda várias vezes para mamar! E como tu dizes, e bem, dormir é essencial à nossa saúde e eu bem que precisava! Obrigada. E que tudo corra bem!

marta paixao said...

Olá Constança,
Tenho uma amiga a viver há 8 anos em Auckland. Há 2 anos ela teve o primeiro filho e no verão passado vieram a Portugal com o bebé pela primeira vez, tinha ele 9 meses. Ela estava muito receosa a respeito de como ele iria "sobreviver" ao vôo e como ele iria lidar com o jetlag. Correu tudo 1000 vezes melhor do que ela estava à espera, pois como alguém já aqui disse nos comentários, os bebés adapatam-se muito bem a tudo e quanto mais pequeninos são, melhor. O filho da minha amiga dormiu praticamente a viagem toda e quando chegou a Portugal os seus sonos estavam apenas ligeiramente alterados, coisa que em um ou dois dias voltou logo ao normal. O importante é tentar fazer logo a rotina de acordo com as horas locais.
Em contrapartida, eu já fui à Austrália, e foi uma viagem difícil, porque eu tenho muita dificuldade em dormir em aviões. Quando lá cheguei, ao andar na rua, tinha a sensação de estar a andar num barco (parecia que baloiçava), tal era o jet lag. Mas depois disso já fiz muitas outras longas viagens de avião e se conseguir dormir umas horas, lido com o jet lag sem qualquer problema. Ao chegar ao destino é importante acertar logo o relógio com a hora local e tentar entrar no ritmo do país.
Vai tudo correr bem, Constança, mas claro, há que ir prevenida com tudo o que um bebé de 10 meses possa precisar. A questão dos ouvidos parece-me ser fundamental. No caso do Rodrigo, provavelmente a chucha deve bastar, mas quando o meu filho andou a primeira vez de avião, o pediatra aconselhou colocar uma gotinha de Neosinefrina em cada narina antes de aterrar para prevenir aquelas dores terríveis que alguns de nós temos. Mas o Guilherme já tinha 3 anos... Veja com o seu pediatra o que ele aconselha.
Um bj grande e muito boa sorte nesta nova aventura.

Mariana said...

Olá Constança. Nunca tive de fazer uma viagem grande com as minhas filhas mas já tivemos mudanças estruturais na nossa vida que alteraram as rotinas delas. É verdade que as crianças se adaptam melhor do que os adultos mas para mim o truque é não deixar nunca que a minh ansiedade seja sentida por elas. Se os pais estiverem calmos e serenos com as mudanças as crianças percebem que há qualquer coisa diferente a acontecer mas que está tudo bem. E no limite tudo o que eles precisam é de se sentir seguros onde quer que estejam.

otsaid said...

constança.. o k eu faço é nao me guiar pelas nossas horas.. guio-me pela claridade.. ainda no ano passado quando fui à china.. depois de ter perdido a conta às horas de voo(s) cheguei ao meio dia (hora local) e embora até estivesse tonta de sono.. o segredo é nao dormir.. só quando são horas próprias.. noite local.. e o cansaço é tão grande que... apagas mesmo.. eu fico logo logo regulada de sono..

umdocedecasa said...

realmente essa é uma questão pertinente, que eu não sei a resposta! Mas tenho a certeza que tudo vai correr da melhor maneira e a adaptação vai ser óptima! :)

Beijinhos,
Leonor

JOANA CAMPOS said...

Tenho certeza que o Rodrigo vai tirar de letra, é um garoto muito esperto... e quanto a vocês, tenho certeza que se adaptarão logo.

bjs

coldcomfortcrafts said...

Oh, you'll get through it... there's no magic cure, and there may be a few tears (yours!) but all will be well. Best of luck with the move.

Patrícia Lencastre said...

Olá!
Bom, não consigo dar um exemplo com tantas horas de diferenças mas posso dar o nosso. Neste primeiro ano de vida do Manuel tivemos que ir aos Estados Unidos 3 vezes e lá são menos 5 horas. E parecia que sempre que ele estava a adaptar-se à noite toda, lá iamos nós. Não vou mentir. As primeiras 3 a 5 noites são más, mas depois ele ia-se habituando. Até que voltávamos a casa e começava tudo de novo mas ao contrário!
Acho que pode demorar um pouco mais por serem tantas horas mas acredito que em 2 semanas estarão no ponto :)!

Patricia
www.shortstoryoflifeandstyle.com

Maria Filomena said...

Constança,
não tenho experiências com crianças em voos, a não ser quando viajei sozinha com um sobrinho de 8 anos, viajem que durou perto de 24 horas....tudo correu bem...A minha experiência de viagens, que já foram algumas....., é a de descansar quando se chega ao destino e no outro dia partir para a vida, tal qual como os habitantes do local......abraços e muitas felicidades na nova vida que se aproxima.....


Maria Filomena

otilia said...

Olà Constancia,
Eu viajei com o meu filho de 18 meses para Tahiti ( 24 horas) e cometi um erro: deixei-me convencer por outra passageira e dei-lhe uma colher de xarope calmante ( Teralene). O xarope provocou uma reaçao paradoxal, ou seja uma crise de nervos de 2 oras. Um pediatra confirmou que era frequente em voo.
O meu conselho: pedir com atecedencia um lugar na primeira fila ( com cama de bébé) e muita muita descontraçao..E quando chegarem, viver imediatamente com o novo horario...Beijos e felicidades.

otilia said...

Olà Constancia,
Eu viajei com o meu filho de 18 meses para Tahiti ( 24 horas) e cometi um erro: deixei-me convencer por outra passageira e dei-lhe uma colher de xarope calmante ( Teralene). O xarope provocou uma reaçao paradoxal, ou seja uma crise de nervos de 2 oras. Um pediatra confirmou que era frequente em voo.
O meu conselho: pedir com atecedencia um lugar na primeira fila ( com cama de bébé) e muita muita descontraçao..E quando chegarem, viver imediatamente com o novo horario...Beijos e felicidades.

Rita said...

Boa noite Constança.
Concordo com a Vanda Caldeira que disse "que o tempo em viagem e a dificuldade em ajustar os sonos é diretamente proporcional à idade deles".
Fiz uma viagem de 24 horas para a Austrália quando o meu filho mais velho tinha 11 meses e foi a melhor viagem que fiz com ele até ele ter uns 10 anos!
O Rodrigo ainda tem direito a berço? O meu filho tinha um berço, o que significa que os nossos lugares ficavam à frente de uma parede onde o berço estava preso e que, por muito incrível que pareça, tínhamos muito mais espaço para nós, para os pés e sacos do que é habitual.
Por outro lado, o "ronronar" do avião fez com que ele dormisse o tempo quase todo, ou pelo menos, assim me pareceu.
De qualquer modo, a pediatra tinha-me receitado um xarope para a tosse (Toplesil, se não me engano) que torna as pessoas sonolentas para eu levar para o caso de ele ter uma "espertina". Pode sempre pedir ao seu médico qualquer coisa desse género pra o caso de ser necessário.
Em relação ao jet-lag, não me recordo. De qualquer forma, como nesses idades, fazem sempre sesta, tenho a impressão de se adaptam mais facilmente do que os adultos.
Coragem! Estou cheia de vontade de ler as mensagens do blogue escritas na Nova Zelândia.

Isabel said...

Olá Constança
Viajei com a minha filha para NY quando ela tinha 3 meses e ela dormiu durante, praticamente toda a viagem. A chucha ajuda na descolagem e aterragem. Também usei um berço preso na parede o que é muito confortável quer para o bébé quer para nós quando se trata de viagens muito longas. Quanto ao sono, como já foi dito, quando são pequenos e dormem sesta adaptam-se muito rapidamente.
A NZ parece ser um óptimo país para se viver... boa sorte

margarida said...

Olá Constança, chamo-me margarida e sou amiga da ines ramires, de aveiro. acompanho regular e silenciosamente o teu blogue. nao sou muito dessas coisas mas o teu é especial! quando li o que escreveste senti esse aperto no peito. Tenho 2 filhos, o frederico com 3 anos e a Leonor com 8 meses. A minha experiência em viagens longas de avião com crianças foi sempre boa. Primeiro evito sempre os problemas de ouvidos pondo-os a comer ou mamar aquando da descolagem. Salvaguardada essa questão entram em acção os brinquedos novos e giros que comprei para o efeito (um de cada vez, claro); alguns brinquedos pessoais sempre.
Quanto ao resto (e resto inclui dois meses deslocados, a viver sabe-se la onde...) o mais importante é estarem juntos. Para o Rodrigo ter os pais com ele (e principalmente a mãe, calma, segura, tranquila) será sempre o mais importante. E quase nao vai notar o resto. Tenho a certeza que até um quarto de motel com algumas coisinhas se transformará num cantinho confortável e vosso. um bj e boa viagem. :)

Dalia Costa said...

Olá Constança,
Eu não tenho nenhuma dica-certeira para resolver o problema do jet-lag, mas sei de algumas dicas de familiares mas que já estão todas aqui no comentários: ter atenção à descolagem e aterragem do avião dando ao Rodrigo a chucha ou o biberão (com água ou leite) para os ouvidos "estalarem" mas também para o manter hidratado. Liga para a companhia área e pede um berço ou informa que vais viajar com um bebé e que ele vai precisar de dormir confortavelmente e pede um lugar junto às portas ou onde há mais espaço. Normalmente no avião faz frio por isso é sempre aconselhável levar uma mantinha extra para o Rodrigo, o seu melhor amigo, brinquedos novos, algumas bolachinhas que ele goste (se já comer bolachinhas)...
Lembro-me de quando fui para Macau de ir um bebé muito pequenino no avião no berço deste e só dei conta dele porque passei por ele a caminho da casa de banho. Nunca o ouvi chorar! Para os adultos/vocês vai ser bem mais complicado infelizmente!
Quando partem?
Boa viagem e que tudo corra super-bem!

Anonymous said...

Hola ConstanÇa,soy enfermera pediátrica y creo que puedo aconsejarte. Lo más importante para un bebe es el estado anímico de su mamá. Así que si tú estás ansiosa y nerviosa el lo estará, si tú estás tranquila y serena él lo estará, no importa las condiciones externas: ruido , cambio de rutinas, etc. Asi que intenta estar lo más tranquila posible durante el largo vuelo, juega con él,que tenga a mano sus juguetes favoritos e intenta ir con su reloj interior en cuanto a sus horarios de comidas y de sueño. Cuando llegueís al destido ya os adaptareís al nuevo horario. Seguro que él se adapta mejor que vosotros.Mi consejo es que no te preocupes y vivas el momento haciendo lo que te dicte el corazón. Te deseo mucha suerte en las antípodas!!! Silvia. (Barcelona)

Inês said...

Pode ser que ajude

http://www.hitherandthither.net/2012/10/what-to-pack-travel-gear-for-a-toddler.html

Anonymous said...

Hi Constanca hope I'm not too late with this comment: Really going to miss your blog - you having been located relatively close to where I live too! I took my seven month old daughter on a trip to Aus & NZ - I wanted to say please don't worry too much about the flight - I did - but it was actually fine. We tried to stick to a bit of a routine whilst on board and the time passed very quickly - books, games, bit of walking around whilst awake plus the eating * changing etc in between. It all went fine for us. We found she did have jet lag and was waking up in the night for the first few days but we found the trick was to give her something filling too eat - she was hungry - I remember feeding mango rice pudding at 03.00am but it was literally for three nights and then all was fine. I wish you the very best of luck on this adventure and look forward to hearing how it goes. Michelle

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